Henry Van Dyke

Capítulo 86. Os Poemas de Henry Van Dyke

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Os Poemas de Henry Van Dyke

E descobriu a beleza dos portões de som,-- Esses portões de virgem pelos quais nenhuma voz tinha passado,-- Ela os fez descobrir antes da visão do Mestre, E olhou na bondade da face dele Com olhos que falaram de toda sua dor de prisoned, E contou o grande desejo dela sem uma palavra. O Mestre esperou muito tempo em pensamento silencioso, Como um relutante dar um presente, Não por causa de segurar a coisa Pedido, mas porque ele seguramente soube De algo melhor que ele fain dariam Se só ela perguntasse isto. Então ele se inclinou Para Vera, enquanto sorrindo, tocou as orelhas dela e raio: "Abra, portões justos, e você, portas relutantes,, Dentro do labirinto de marfim da orelha, Deixe queda a barra de silêncio e desdobre! Entre, você vozes de coisas todo vivas, Entre no jardim sealed,--mas suavemente, lentamente, Não com um barulho confundido e tumulto quebrado,-- Entre em uma ordem doce como eu o comando, E traz o presente dobro de fala e ouvindo."
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