Henry Van Dyke

Capítulo 37. Os Poemas de Henry Van Dyke

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Os Poemas de Henry Van Dyke

Quem tem waked os pássaros para cima? O que veio passar? Último ano algodão-plantas, desolately se curvando,, Trema no Março-vento, roto e abandonado,; Vermelho é as ladeiras do arar cedo, Cinza é as planícies, enquanto esperando pelo milho. Terra parece adormecida, mas ela só está fingindo; Profundamente nas emoções íntimas dela um doce desassossego; Olhar onde o lavishly de jasmim está chovendo A chuva dourada de Jove no peito de Danaee! Agora na ameixa-árvore uma flor nevada é peneirada, Agora na pêssego-árvore, a glória da rosa, Longe o'er as colinas uma neblina tenra acumulou, Cheio à borda os fluxos de rio amarelos. Ramos de cipreste escuros com brilho de jóias vívido, Mais verde que esmeraldas que lustram ao sol. De onde vem a magia? Escute, amado, escute! O zombeteiro-pássaro está cantando: Fonte é começada. Escute, na canção dele nenhum tremor de misgiving! Tudo do coração dele ele verte na posição dele,--
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