Washington Irving
Capítulo 21. Contos de um Viajante
Ligações
borboleta, pelo pike de um poissarde, e a alma heróica dele foi suportada
para céu no _ailes de pigeon_ dele.
Mas tudo isso não tem nada que ver com minha história; para o ponto então:--
Quando a hora chegou por se aposentar durante a noite, para meu tio foi mostrado
o quarto dele, em uma torre velha venerável. Era a parte mais velha do
castelo, e tinha sido antigamente o Donjon ou lugar seguro; de
curso a câmara não era nenhum do melhor. O Marquês tinha o posto lá,
porém, porque ele o conheceu ser um viajante de gosto, e apaixonado por
antiguidades; e também porque os apartamentos melhores já eram
ocupado. Realmente, ele reconciliou meu tio perfeitamente aos quartos dele por
mencionando os grandes personagens que tinham os habitado uma vez, tudo de
quem estava de algum modo ou outro conectado com a família. Se você vai
leve a palavra dele para isto, John Baliol, ou, como ele o chamou, o Jean de
Bailleul, tinha morrido de pesar nesta mesma câmara em ouvir do